
A pouco estive com a ternura, cada mensagem invadia meu corpo em ondas suaves e lágrimas caiam delicadamente sobre meu rosto. Disse belezas sobre o Universo e nossos corpos, que tudo é composto de cor, número e som, e também, que nossa máquina deve mover-se através do mais puro amor em sintonia com o quarto poder, a força da natureza. Ouvindo as doces palavras fui avaliando meu comportamento e próprio amor, confesso que fiquei feliz com o resultado, com a maneira que nutro meus afetos, com minha sincronicidade com a natureza e, principalmente, por não fazer distinção e nem exigir das pessoas qualidades que elas ainda não possuem. Posso me considerar uma milionária quando olho minhas amizades e vejo que respeito e amo seres tão diferentes. Cantamos juntos e por fim nos abraçamos, todos nós, um por um, dizendo ao pé do ouvido: eu te amo. Saí carregada de uma energia sutil, cheia de esperança e tocada por cada abraço-ternura. Para quem acordou magoada essa foi uma grande vitória. Vamos lá! Como diria a Mari,“quem ta comigo me acompanha!”
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