31.5.10

"Vontade de cantar tão absoluta que"



Uma pá de coisa acontecem a custa de muito trabalho, não poderia ser diferente com cada pa-lavra. É preciso preparar o solo, introduzir a semente e cuidar diariamente para que então em algum momento possa presente seguir florida. Tão pouco conosco é diferente. A ninguém existem garantias que o broto ‘árvore-se’ e assim seguimos adubando o corpo, acolhendo a grão, semeando os caminhos do devir em aparente deriva, porém sem esmorecer alma coerente. Mimkais por vezes se senti fatigado e é tratado como carcaça, sempre tentando esquecer que o único caminho possível é o da disciplina, da perseverança e o da alegria. Às vezes o vento muda de direção e tudo quente torna-se novamente e é nisto que ponho fé, ou ao menos tento. Mim’alma segue exigindo-se por completo e este ou zero ou nada um dia vai ter que passar para o está parecendo iniciar o um mais um e é nisto que invisto agora. Será necessário desvendar tal mistério ancestral e adubar o buraco certo para que no futuro ‘dês-frute’. Enquanto aguardo o momento da revelação ‘osmoso’ alegria na cidade dos elefantes, que até agora sobrevivem aos solitários tigres da arrogância. Hoje está parecendo o primeiro dia do resto da minha vida, se olhassem meus olhos-kais agora viriam que, como o poeta, “calo-me repleta”.

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