
Sobre cada assunto que deparo minha mente parece disparar e navegar no universo dos novos significados. O sentimento parece confuso ao perceber tanto desejo por lançar palavras, não ao vento, em tom azul, mas amarelo Sol ou reduzida à própria essência de vermelha Lua. Ouvir Ella enquanto a profusão de consoantes expande estrelas e como sempre, sonhar, com o piano, com o gesto e com silêncio. Sinto falta da menina que inventa palavras e prossigo achando tudo o máximo, como Leminski. Tô que nem o Tom Zé, “explicando prá te confundir” e te “confundindo prá te esclarecer”. “Eu to me despedindo prá poder voltar”, boa noite passarada.
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