
OPORTUNO seria ser sem precedentes, sair da tormenta que nos atordoa, apenas arder, crescer como árvore paciente, florir e passar para o próximo gomo, continuamente. Mas algo lá dentro, num galho entranhado, quase imperceptível frutificou e maduro aguarda o devir fazer migrar caroço. Cada palavra é soletrada até um congestionar de letras, mas, ao contrário da noção de ordem, organizam-se mesmo é no caos, reconfortadas por serem fractais de pontos e vírgulas. O que aqui parece incompreensível um dia será óbvio para outro um e nascerá o inesperado. A redundância de quem finge que não espera e transporta, ao outro, origem surpresa. O exagero nasceu impregnado na minha alma de uma maneira adequada, por mais que não pareça à primeira vista dos náufragos. O exercício aqui é sair do estado máximo e procurar o caminho do meio ao contrário, como a volta do retorno. Ser composta de grandes desafios me causa sobras e restos que justificam minha ausência, ou minha preguiça de apenas deixar às folhas saírem. Incógnita infinda para uns, mar do descobrimento para outros, e, para mim, apenas OPORTUNO.
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